Data única digna

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Conscientização

2020.01.10 18:58 Q1234asd Conscientização

Estou a pedidos fazendo o post aqui.
Por favor, a todos que lerem. Parceiros existem diversos durante toda a sua vida, sua saúde é única.


https://imgbbb.com/image/L6oC7x
A todos os leitores do sub, camisinha!
Hoje faz exatos 133 dias que eu tive uma relação sem proteção, estava indo para a casa da cremosa e não quis me atrasar 5 minutos para ir a farmácia (que é do lado de casa). Ela não fez questão da camisinha, eu nem pensava no futuro muito menos em envelopar o menino. Avançando as datas, +/- 40 dias uma amiga fala que a cremosa era soro positivo (não falei nada que eu tive contato com ela) só escutei, fui confirmar com outras pessoas. Todas falaram a mesma coisa.
Meu primeiro sentindo foi ódio, por ela não ter me contato, depois culpa, por que o que 1 não quer, 2 não fazem. Virei um perito em HIV, lia sobre porcentagem de infecção, grupos de apoio, tudo. Uma esperança apareceu e sumiu no mesmo instante, tem uma medicação que você toma logo após a possível exposição, só que era nas primeiras horas de contato (até 36horas) e eu descobri 40 dias depois.
Posso disser que perdi a vontade de sair com qualquer pessoa, me tornei uma carcaça vazia apenas realizando minhas obrigações.
Fui fazer os testes no posto, 1º, 2º e o último negativos. Ai tu pensa, já é, tudo negativo cair na gandaia e curtir a vida ou se tivesse infectado era só tomar os remédios do SUS e cair na gandaia. Não é bem assim. Meu natal foi uma merda, a virada de ano foi uma merda, por que o sentimento de culpa te consome por dentro.
E o coquetel não é um tic tac que tu toma e fica suave, até o seu organismo se adaptar (SE adaptar) tu fica um caco, fora a chance do coquetel perder o efeito (vírus fica mais forte)
Não tenho nada contra soros positivos, cada um tem sua história por trás da infecção, mas no meu caso ser infectado por pura idiotice minha era de tamanha idiotice que eu não aceitava.
Por isso eu venho aqui me desabafar e pedir a todos.
Proteção camisinha tem na farmácia, no posto é gratuito para quem não tem dinheiro. Tem para todos os tamanhos, homens, mulheres. Não é só HIV que se transmite tem outras DST`s, fora o risco que meter uma gravidez aos 19 anos e não poder dar um vida digna ao filho(a) que for nascer, porque o idiota do pai não quis colocar um pedaço de plástico no pau.
Se cuidem!!
EDIT:
Fiz os teste no posto e também com o produto action HIV, o último no posto com foi 107 dias e com o action foi hj, com 133 dias desde a relação sem proteção
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2019.12.17 01:32 lilvalgreen Síndrome do Pânico

Todos sabemos que só existe uma coisa inevitável, a morte. Como você se sentiria pensando nisso 90% do seu tempo?
Essa é a minha realidade, e possivelmente a de muitas outras pessoas. Desde pequeno eu era muito ansioso, isso me atrapalhava mas nada grave, as coisas ficaram realmente ruins no meu primeiro emprego/estágio da vida. Eu havia me tornado Analista de Sistemas em uma empresa nacional muito valorizada, na época considerada a melhor empresa para se trabalhar no meu estado via indicativos de satisfação dos colaboradores registrados pela GPTW (Great Place To Work, ou em português, Grande Lugar Para se Trabalhar).
Sou diabético desde os 3 anos por uma disfunção, isso me faz parar no hospital diversas vezes durante minha infância, meu irmão mais velho também é, então creio que não sofri como ele por ter sido o primeiro. Ao começar no trabalho eu comecei a me sentir um pouco estranho, sofria de pressão baixa e não sabia (provavelmente por causa da diabetes descontrolada), trabalhava em meio ao ar condicionado (na direção dele) e a saída do trabalho era em uma praça muito quente. Eu também trabalhava no 19º andar e creio que toda essa mudança térmica e de altitude culminava em impactos diretos na minha pressão arterial.
Comecei a desenvolver uma certa alergia ao ar condicionado, sentia dores no peito, constantemente meu nariz entupia, sentia um gosto estranho na boca, sentia tontura por causa da pressão baixa, sonolência pois não dormia direito, estagiava pela manhã e de noite ia para faculdade (do outro lado da cidade). Sentindo falta de tempo para ir ao médico, comecei a consultar o "Dr. Google" onde quase todas as pesquisas de sintomas te revelava as piores doenças possíveis (câncer e por aí vai).
Me tornei hipocondríaco, creio que depois disso comecei a sentir coisas que eu nem estava de fato sentindo, era psicológico e cada vez mais eu me convencia que estava morrendo. Ao me abrir com os meus pais eu desabei, disse que pediria demissão, largaria a faculdade e que ia cuidar de mim mesmo. Após muitas conversas e indo contra a vontade de meu pai eu larguei "o estágio dos sonhos", porém continuei na faculdade (eu era bolsista do PROUNI).
Apesar de ir ao médico eu não fazia qualquer tipo de terapia ou visitava o psiquiatra, apenas fiz uma bateria enorme de exames (inclusive neurológicos), até me convencer que eu não estava doente. Porém não fazer terapia tinha sido um erro, pois eu tinha alguns ataques de ansiedade isolado, mas na época ainda não sabia dizer do que se tratava.
2 a 3 meses após deixar o estágio, durante a uma conversa normal com os meus colegas de faculdade eu tive uma crise de estresse misturada com ansiedade que elevou minha pressão do normal dela 10/6 para 19/12. Nesse dia eu quase desmaiei e foi terrível, graças aos meus amigos a Bombeira que trabalha na faculdade me salvou entrando em contato com meus pais e me encaminhando para o Pronto Socorro da Unimed, onde após vários exames cardiológicos fui diagnosticado com um caso de estresse excessivo.
Depois disso minha vida nunca foi a mesma, desenvolvi síndrome do pânico e fui posteriormente diagnosticado com TAG, distúrbio de ansiedade generalizada. Não consegui fazer mais estágios e formei apenas com o tempo de experiência do que fiz (menos de 6 meses).
Depois de formado eu fiquei cerca de 8 meses completamente estagnado, as únicas coisas que eu fazia era tomar meus remédios, jogar e dormir, este ciclo se repetia toda semana. Um belo dia resolvi não tomar mais os remédios e fui diminuindo aos poucos, um mês após largar os remédios tive dengue e naquela semana minhas plaquetas diminuíram de forma considerável, ao cogitar que eu poderia morrer minha vida veio à tona novamente o que resultou em uma grande crise de ansiedade, no final de julho deste ano.
Me senti como na época da síndrome do pânico, talvez um pouco menos pior por ter sido a segunda vez, chorava vários dias me perguntando por quê eu era daquela forma e por quê eu tinha que passar por tudo aquilo. Levei cerca de dois meses e meio para me recuperar parcialmente, a ponto de exercer minhas atividades sem limitações.
Em outubro, um amigo de longa data de meu pai me arranjou um emprego na empresa de Tecnologia dele, para mim eu estava me superando em todos os quesitos, havia mudado meu pensamento e saído do ócio, estava estudando programação feito um louco! Porém ele tinha o perfil de um empresário e não de Recursos Humanos, o problema disso é que ele mesmo fez a entrevista comigo em vez do RH, explicando de forma muito falha a minha função na empresa. Ao chegar para trabalhar me deparei com um serviço aparentemente pesado que envolvia plantões, horários aleatórios para trabalhar e viagens para cidades do interior a serviço de clientes, isso fez com que minha ansiedade saísse completamente do eixo e eu pedi demissão no terceiro dia de trabalho.
Não me arrependo de ter saído, o estresse foi tanto durante esses três dias que tive que suspender a diminuição dos remédios que meu psiquiatra havia recomendado. Me doeu muito o fato de ter pedido conta, me fez lembrar de quando eu pedi conta do meu estágio e o quão decepcionante aquilo foi para mim na época.
Algumas semanas se passaram e conheci uma garota que me seguia a anos no Instagram, ela era de uma igreja próxima ao meu bairro e eu fiquei maravilhado com ela, não só pela beleza mas por tantos projetos sociais que ela participava e a forma que ela se empenhava em estudar. Fui pegando intimidade com ela e quando percebi já conhecia todas as pessoas da casa dela e mais algumas de fora como o cunhado dela, algumas tias e amigos.
Perante a essa paixão minha ansiedade não se conteve novamente e eu acabei dizendo a ela bem precoce que gostava dela, ela parecia ter um certo interesse em mim, mas daqueles de ter uma noite divertida e parar naquilo. O resultado foi um fora que me desestruturou um pouco, eu segui firme participando da igreja e indo com ela em lugares que ambos frequentávamos, como por exemplo o clube. Certo dia falei novamente com ela que gostava dela e ela me revelou que estava disposta a me dar uma chance.
O resumo dessa história foram dois dias que saímos juntos, uma vez para o cinema e outra vez em uma parte histórica da cidade, foi lindo ambas as vezes, minha memória recorda e chega a doer. Parecia tudo ótimo, mas não era bem assim, eu me esforçava para ter a atenção dela, estava sempre fazendo coisas incríveis como bolando presentes feitos a mão, desenhos, textos, poesias, tenho um livro em produção e criei um personagem para ela, a ajudei a fazer trabalhos dela relacionados a tecnologia. Para piorar eu estava criando vinculo com o pessoal da igreja e eu estava sofrendo com ela, pois percebia que as pessoas que criei vinculo, inclusive da família dela me davam mais atenção do que ela própria.
Um dia, após sair com as amigas e me deixar no vácuo, houve uma confraternização na igreja, onde ela mal conversou comigo, ao final chamei ela para fazer algo e ela argumentou que estava cansada. Já estava chateado com a situação e acabei deixando os grupos da igreja, ela me procurou para saber o que se passava e se desculpar pela falta de atenção. Achei ser uma boa oportunidade para expor como eu estava me sentindo com tudo e tentar ver se podíamos melhorar, como ainda não namorávamos eu fui total simples nas palavras e sutil, falei nada que pudesse soar como um compromentimento ou autoridade sobre ela.
Ela levou mais de 14 horas para me responder, e bem, a resposta foi um fora. Eu não estava surpreso com a resposta, porém fiquei arrasado, isso aconteceu ontem no Domingo (15/12/2019), fiquei sem rumo pois sou muito sentimental e não vejo como continuar frequentando a igreja sem alimentar um desejo ou mágoa por ela, fazendo com que aquele alicerce de pessoas que eu estava criando naquele lugar desmoronasse.
Para piorar sou frustrado profissionalmente, por não ter muita experiência em estágios não consegui atuar na minha área, meu pai é uma pessoa que possui certo dinheiro, porém tenho 24 anos e não acho que seja obrigação dele financiar uma faculdade para mim (até por isso estudei para conseguir bolsa na primeira), meu plano seria juntar dinheiro e começar outra faculdade para poder estagiar e adquirir experiência na minha área (não necessáriamente formar no curso, queria experiência do estágio e assim que me tornar um profissional Jr. trancar o curso e partir para uma pós graduação).
Para isso me sujeitei a trabalhar de faz-tudo numa fábrica de camisas, sendo que o final e início de ano são as épocas de maior fluxo de venda da empresa. Estou trabalhando de auxiliar administrativo, estoquista, vendedor, vendedor de e-commerce e as vezes até´mexo com algo de programação. Me sinto infeliz neste lugar, o salário não é bom, as condições de trabalho não são boas e o único benefício é o vale transporte em dinheiro. Sinto grande ansiedade no trabalho, o tempo parece arrastar, o trabalho parecer ser árduo e a fábrica fica em um lugar de classe baixa da cidade, o que me dá uma sensação de insegurança.
Não consigo me desligar no trabalho em casa, nem nos finais de semana, pensamentos da síndrome do pânico me atormentam, penso que um dia meus pais vão morrer, que eu irei morrer e isso fica me martelando de uma forma ruim. Penso na menina, nos poucos momentos bons que tivemos e no que me sujeitei a fazer por ela, penso nos meus amigos da igreja (para piorar a dona da empresa é da igreja e fica tocando músicas da igreja no meu trabalho o que me faz lembrar dela, as pessoas também ficam me dizendo que me viram na igreja ou em fotos da mesma em redes sociais).
Fico me perguntando se o meu problema é trabalhar, se eu não levo jeito para isso e obviamente fico péssimo pensando nisso porque trabalhar é o mínimo da dignidade, todo mundo quer trabalhar para ter seu dinheiro de forma digna (exclui-se meliantes desse comentário). E tudo isso citado me atinge enquanto estou trabalhando.
Meu sonho é ter paz mental, conseguir parar de tomar meus remédios, me tornar um bom profissional sem que o emprego pareceça uma grande tortura (inclusive estudei muito até entrar nesse trabalho para ficar fera no básico de programação front-end), e viver, sem me preocupar tanto em quando e como vou morrer, já que isso é algo natural e sem escapatória, ser independente para me sentir seguro comigo mesmo.
Este é um grande texto, iniciado as 10:00 mas terminado agora, pois me pegaram escrevendo ele no emprego e fui chamado àtenção. Senti a necessidade de colocar minha vida para fora, de alguma forma tenho a necessidade de me expor para as pessoas, não sei de onde desenvolvi isso e acho prejudicial... Mas aqui posso fazer de forma anônima.
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2019.11.03 05:58 DanielCantarin Capitalismo y Pobreza. Un debate entre usuarios de /r/Chile

Discusión original: https://www.reddit.com/chile/comments/dqkghd/megathread_jornada_de_protestas_d%C3%ADa_16/f680wo3/
Allí intervenimos varies usuaries. Dije cosas, me contestaron. Lo traigo a otro hilo por tres razones:
1) Hicieron el trabajo de traerme datos. Me parece grosero no contestar.
2) El hilo original ya está cerrado.
3) Las respuestas son largas, y si hay más respuestas (o se prende más gente) seguramente también lo sean. No me parece que un megathread sea el lugar correcto.

pisti2010 , acá, me dijo lo siguiente:

Dato mata relato:
Si solo abriras un link abre este: http://theconversation.com/seven-charts-that-show-the-world-is-actually-becoming-a-better-place-109307
O este: https://ourworldindata.org/uploads/2019/04/Extreme-Poverty-projection-by-the-World-Bank-to-2030.png
Despues si te animas hay mas: World bank: https://www.worldbank.org/en/news/press-release/2018/09/19/decline-of-global-extreme-poverty-continues-but-has-slowed-world-bank
" The study indicated that global poverty at the $5.50-a-day threshold fell to 46 percent from 67 percent between 1990 and 2015. Last month, the World Bank reported that extreme poverty had fallen to 10 percent in 2015. " https://www.rt.com/business/441811-world-population-extreme-poverty/
"Este año se logró cumplir con el objetivo planteado por la ONU en el milenio de reducir la pobreza extrema a la mitad, sin embargo, ésta sigue azotando en el ámbito mundial a consecuencia de la desigualdad heredada por el capitalismo. " https://www.telesurtv.net/telesuragenda/Erradicacion-de-la-Pobreza-20151014-0029.html
Our world in data, siempre genial: https://ourworldindata.org/extreme-poverty
Mi respuesta:
Muchas gracias por los datos, no los manejaba. Te invito a revisarlos juntos.
"theconversation.com" tiene párrafos ciertamente preocupantes. Primero arranca diciendo "nos llenan de malas noticias y no nos damos cuenta que estamos cada vez mejor", que es exactamente la clase de discursos que los neoliberales le critican a gente como Maduro, Evo, Lula, o los Kirchner, y por los que acuñaron el término "populista"; mientras que al mismo tiempo más tarde dice que "el auge del populismo crea preocupaciones acerca del bienestar global" y que "la globalización es la única manera de asegurar la prosperidad económica compartida". Eso es un sesgo bastante claro, que no traigo por el deporte de levantar ad-hominems sino porque de ahí surge la legitimidad de sus gráficos y las lecturas que hacen de ellos: ya te están sembrando conclusiones antes de que los leas.
Observemos el primer gráfico, por ejemplo: expectativa de vida. Todas las curvas son similares (mismo ángulo), independientemente de la pobreza de cada país, e independientemente de su sistema de gobierno. Esto es especialmente importante teniendo en cuenta que las curvas arrancan desde el siglo XIX, y por lo tanto vivieron las dos guerras, las grandes crisis económicas, y todo el desarrollo de la europa y asia comunistas. Es particularmente interesante, sin embargo, cómo en África, un continente especialmente amenzado por las enfermedades, la curva comienza a ascender en la misma época que se desarrolla la penicilina.
La mención anterior al sesgo viene por esta cuestión: si la curva sube con o sin capitalismo, con o sin comunismo, con o sin neoliberalismo, y con o sin populismo, ¿a qué viene "el miedo al populismo"? Claramente ese gráfico me indica que la curva tiene poco qué ver con la economía: en todo caso, lo que tiene qué ver con la economía es el valor absoluto en un momento dado; pero como con cualquier sistema de gobierno y cualquier economía la curva es la misma, dá exactamente lo mismo si el país es rico o pobre, neoliberal o populista. Y esto se repite en la mortalidad infantil, tendiente a cero en todas las curvas. ¿Por qué el mismo medio que me dice esto, y que me dice que necesito buenas noticias "porque no me doy cuenta que estamos cada vez mejor", también me dice que le tenga miedo al populismo y que milite por la globalización?
El de fertilidad me parece menos visible, pero creo ver (y tengo voluntad de ser corregido en esto) que la curva empieza a normalizarse a la baja pasada la década de 1960 o 1970: coincidiendo con el desarrollo de la tecnología anticonceptiva farmacéutica. Y, nuevamente, no me parece que le haya ido particularmente mal en esto a la Europa del este o el Asia comunistas, a la Europa "populista" con estado de bienestar keynesiano, ni a nuestra latinoamérica bananera y tercermundista. ¿A qué viene la globalización y el populismo entonces en esto?
Claramente esto, como ya mencioné antes en otros intercambios, tiene mucho más qué ver con la ciencia que con la economía y la ideología. "Es la ciencia, idiota", podría ser el corolario. Por eso podemos, en esos mismos gráficos, comparar el desempeño de Cuba contra el de Chile y de Estados Unidos, y hasta a veces le va mejor a esa islucha que no tiene ni dos pesos, que está embargada desde hace medio siglo, y que se supone que sea "atrasada" con respecto al resto del mundo.
Pero lógicamente para un capitalista la parte más importante van a ser el resto de los gráficos: GDP per cápita, desigualdad, "gente viviendo en democracias", e índice de "conflictos". Así que revisémoslos también.
En GDP se ve que le pegó duro a Cuba la caida del muro. Por supuesto que no tiene nada qué ver con la hostilidad del "liberador" Estados Unidos, sino con el "atraso" de Cuba. Pero me sorprende ver cómo Argentina, un país que venía sometido a una espantosa década populista y (según los medios de comunicación) a una corrupción primigenia digna de Cthulhu, en esos números le venía yendo BASTANTE mejor que a la superrepública milagrosa de Chile, hasta hace muy poquito tiempo: se acercaron recién en el 2001 argentino. Y no están tampoco tan lejos ahora. Extraño, ¿verdad? Porque el medio que me dice que le tenga miedo al populismo no me dice eso. De hecho, es interesante ver que Argentina se aplana y empieza a descender su crecimiento a partir de los años de la última dictadura militar: 1976 en adelante. Dictadura militar que instaló el neoliberalismo en Argentina. Y que ese 2001 fue el fín de una década neoliberal en Argentina.
Pero concentrémonos en el mundo, que era el tema. El medio celebra que China e India están creciendo en GDPpC, concluye de los datos que se ven ahí que "obviamente es buenas noticias si la prosperidad está mas compartida alrededor del mundo". Nuevamente, no me dice que China es comunista, y que India tiene una heterogeneidad cultural y religiosa sumamente resistente a los parámetros genéricos de la globalización. ¿Por qué entonces la globalización es el único camino, y me tengo que preocupar por el populismo?
Tanto China como India invirtieron en tecnología y educación. Nuevamente, ciencia, luego capital. Y los problemas en China y en India son un capítulo aparte para los que esos gráficos son bastante poco serios si de ahí pretendemos celebrar "la buena noticia de la prosperidad compartida".
El quinto gráfico francamente me cuesta entenderlo (no entiendo el eje Y). Si lo entiendo bien, indica que la distribución se corre hacia la derecha (positivo) de la línea de la pobreza, y explica que la distribución está ajustada teniendo en cuenta el PPP (poder de compra). Pero francamente me cuesta mucho entender lo que estoy viendo: la línea de la pobreza la definen en 1,9 USD (digamos 2 para hacer las cuentas fáciles) POR DÍA, y ahí pareciera haber en américa (norte y sur) una enorme distribución entre USD $5 y USD $100. 10 dólares por día son 3000 dólares por mes. Definitivamente eso no es la distribución en Argentina, y dudo muchísimo que lo sea en cualquier lugar de latinoamérica. Así que prefiero no opinar mucho sobre esto: si tenés ganas, explicámelo.
Después viene el gráfico claramente más tendencioso de todos: "gente viviendo en democracia". Ahí sí se acordaron de que China no es ningún milagro, y dicen que todo lo que no sea democracia es un "régimen opresivo". Eso es sentido común. Lo que no es sentido común es este otro gráfico, de la misma fuente:
https://ourworldindata.org/graphepolitical-participation-iod?time=1820..2000&country=OWID_WRL+Latin%20America%20and%20Caribbean+Eastern%20Europe+Western%20Europe+East%20Asia
Ahí lo que se indica es que los índices de participación política no están creciendo, sino más bien lo contrario, desde la caida del muro de Berlín. Y prestar especial atención al caso de las dos Europas: en ambas el pico de participación política se da en 1989-1991 (fín de la URSS), y luego la participación cae abruptamente. Y tanto Europa del Este como Asia crecieron su participación política durante la URSS, y cayeron inmediatamente después. De hecho, entre 1937 y 1984, Europa del Este muestra más participación que Europa del Oeste. Latinoamérica parece mostrar algunas curvas emparentadas con las de Europa del Oeste, estando hoy en segundo lugar mundial, y muy por encima de la media del mundo. No veo datos de Estados Unidos en este gráfico.
La novedad, es que esas democracias están en efervescencia en todo el mundo, como a Chile le ha tocado vivir en las últimas dos semanas. Los dictadores de ahora contra los que el pueblo se levanta no son generales comunistas que se afinan el bigote: son sistemas políticos absolutamente desprestigiados. ¿Por qué no me dice nada sobre eso este medio, en lugar de decirme "la globalización es la única garantía"?
Y esa pregunta lleva al último gráfico: "los conflictos están decreciendo". Para eso, me muestra un gráfico que claramente dice "años en los que los grandes poderes pelearon unos contra otros". Claro, así cualquiera: no medimos la conflictividad social, y el mundo es una película de Disney. Me parece justo el llamado a las dos guerras en el siglo XX, y a la historia de mierda que tiene Europa. Pero no dice nada de la guerra fría (de hecho, dice que el período de posguerra fué pacífico), y eso me parece sintomático: porque los conflictos que dejó la guerra fría nunca se terminaron. O bien como dice el relator en Fallout 2: "but the scars left by the war have not yet healed, and the Earth has not forgotten."
Conflictos en los que participa el Estado, desde 1946: https://ourworldindata.org/graphenumber-of-conflicts-and-incidences-of-one-sided-violence
Claramente ascendente.
Muertes por conflicto y terrorismo: https://ourworldindata.org/graphedeaths-from-conflict-and-terrorism?tab=chart&time=1990..2017&country=ERI+ETH+PAK+AFG+OWID_WRL
La media del mundo no baja, y está ese pico enorme en 1994.
Fíjense los mismos datos, pero contando la participación del Estado: https://ourworldindata.org/grapheviolent-deaths-in-conflicts-and-one-sided-violence-since-1989
En el mismo ourworlddata dice esto: "The increase in the number of wars is predominantly an increase of smaller and smaller conflicts. This follows from the previously shown facts that the number of war victims declined while the number of conflicts increased."
Como se puede apreciar, se tratan de gráficos usados de una manera sumamente tendenciosa. Ni hablar de que te dan datos masticados (no los discuten) y hacen de cuenta que son conclusiones ("la globalización es la garantía, ojo con el populismo"). Por ejemplo, esa línea de la "extrema pobreza" medida con dos dólares por día está criticada por toda internet, lleno de links a papers y libros y documentos oficiales de la ONU donde dice que eso se queda corto y sirve mucho más para el sesgo que para entender la realidad. Esos dos dólares por día, o 10 centavos, sirven para diferentes cosas dependiendo qué tengas previamente garantizado. Vivienda, por ejemplo, o salud. Ahí es donde invervienen los estados populistas a hacer la gran desgracia del gasto público: para que la gente tenga una vida decente. Eso por supuesto genera un déficit en el estado, pero también una vida mejor para todos, lo cuál sube otros índices, etcétera.
https://ourworldindata.org/graphetotal-gov-expenditure-percapita-oecd
Ahí no están ni Chile ni Argentina, pero podemos ver cómo Noruega y Dinamarca ranquean alto en el índice de gasto público, por arriba de Alemania y Estados Unidos. ¡Qué populistas de mierda! ¡No saben que "la globalización es la única garantía"!
O también hay índices como estos: https://ourworldindata.org/grapheinequality-of-incomes-chartbook?time=1956..2014&country=JPN+NLD+FRA+GBR+ARG+ISL+CHE+USA+FIN+DEU
Ahí sí está Argentina (no está Chile), y estaría siendo menos desigual que Estados Unidos. No sólo eso, sino que la curva de desigualdad se condice con el neoliberalismo, el cuál termina en 2002 (cuando la curvita esa empieza a bajar). Dos dólares por día (60 dólares por mes) no son lo mismo con o sin educación pública, con o sin salud pública, con o sin comida, con o sin ropa, con o sin acceso a las herramientas de trabajo (en la era más populista de todas, Argentina le daba netbooks a los estudiantes de escuela secundaria que la necesitaran); con o sin el Estado.
Después tenemos al artículo del banco mundial; como si no alcanzara con material sesgado en los medios, ahora tenemos que leer cosas como estas en instituciones que se pretenden respetables: "In the 25 years from 1990 to 2015, the extreme poverty rate dropped an average of a percentage point per year – from nearly 36% to 10%". No me digas. Dos dólares por día, 60 dólares por mes, son ~4K ARS. Una cena con mi esposa me sale 1K. Una persona en Argentina se muere con 60 dólares por mes; al menos la Argentina de Macri. 5 dólares por día son 10K. 10 cenas. Te invito a ver cuánto salen los alquileres en la Ciudad de Buenos Aires: https://www.zonaprop.com.adepartamentos-alquiler-capital-federal.html
Mi punto: el BM está midiendo números que no dan cuenta de la pobreza real, en términos de "necesidades no cumplidas" o "derechos no garantizados", ni "extrema" ni "más o menos" ni nada; es una fantasía numérica. Y esa crítica se la hace medio mundo por todos lados. Acá encontré un quote que me parece bastante representativo del problema:
"Yet, besides these technical aspects, the IPL is subject to heavy criticism because of the very undemocratic way it has been defined. In ATD Fourth World’s long-lasting commitment to people trapped in extreme poverty all over the world, we never heard any of them define extreme poverty in their own words as living on less than US$ 1.00 or US$ 1.90 a day. Poverty and extreme poverty are hotly debated topics. Defining poverty without ever dialoguing with people who live in it would be comparable to writing about gender problems without ever talking to women."
Los artículos de RT y de Telesur plantean la misma situación. RT de hecho lo plantea en términos despectivos: "Nearly half the world lives on less than $5.50 a day". Mis comentarios son exactamente los mismos de antes: estamos hablando de un número que no dá cuenta de lo que es la "pobreza" en términos de "necesidad".

Ahora es tarde, pero mañana escribo una respuesta también para andrew4d3
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2019.04.20 23:39 Samuel_Skrzybski STEEL HEARTS - INTRODUÇÃO (PARTE 1)

Infelizmente, eu já vi que o sub de escritores brazucas não é lá muito populoso. Eu não sei se um dia alguém vai chegar a ler a introdução da minha narrativa, mas se você está aqui, lendo a minha nota pré-texto, eu peço humildemente o seu feedback. No meu círculo social, rigorosamente NINGUÉM tem tempo e paciência para ler tudo e me dizer o que achou - e eu entendo perfeitamente kkkkkk. E, se me permite um segundo pedido: se for me dar um toque, seja na gramática, seja na minha forma de decorrer a história, faça críticas construtivas, por favor.
E sobre a introdução: se um dia a minha história porventura se tornar um livro - e eu não faço nenhuma questão que isso aconteça - ele se iniciaria após todos os fatos que eu vou narrar abaixo - e estes fatos iriam se revelando no decorrer dos capítulos. Essa introdução tem o único e exclusivo objetivo de dar um entendimento melhor ao leitor atual - você! - sobre o "universo Steel Hearts": contexto histórico da trama, histórico das personagens, eventos que moldam a narrativa e afins. Em um eventual livro, essa introdução seria inexistente e ele se iniciaria no prólogo - o qual eu já escrevi e vou postar aqui também, ainda hoje ou amanhã. E até o momento atual, o prólogo é onde a minha história está empacada :{
Enfim, sem mais delongas: boa leitura! :)
[EDIT: Eu vou ter que dividir a introdução em duas partes, para conseguir postar - eu não sabia que o Reddit tinha um limite de caracteres. Eu vou postar a Parte 1 agora e a Parte 2 eu posto em alguns minutos, logo na sequência.]
Cronologicamente, a trama se inicia em 1412.
Dois jovens oficiais do Reino da Catalunha se perdem no interior de uma floresta de mata densa em uma patrulha rotineira e descobrem uma reserva imensa de ferro, cobre e bronze no interior de uma caverna - esta, batizada de Madriguera de Sán José. Todos estes citados, minérios primordiais para a construção de equipamentos de combate e, no auge da Idade Média, eram de extremo valor. Após apurações mais profundas, foi descoberto que a reserva era muito maior do que se imaginava e se estendia por todo um território, conhecido como Península de Acqualuza. Naturalmente, os olhos de toda a Europa Medieval se voltaram para as terras de Acqualuza, que era território da Catalunha - região onde atualmente se localiza a Espanha - por direito, comandada desde 1383 pelo rei Carlos Villar. O que antes era só mais um pedaço de terra passou a ser visto por Carlos Villar como um trunfo para instalar o seu reinado como a maior potência militar e econômica da Europa e, por tabela, do mundo.
Entretanto, alguns anos mais tarde, o rei da Catalunha foi assassinado por sua própria filha primogênita, Alice Azcabaz Villar, movida pela ganância e pelo poder. Após assumir o trono em 1414, Alice, sem nenhuma experiência como governanta em seus 19 anos recém-formados e se vendo incapaz de colocar ordem em um reino inteiro sozinha, firmou uma aliança com a família Winchestter, uma tradicional linhagem nobre da Inglaterra, que se instalou na Península de Acqualuza e passou a governar a mesma.
É importante ressaltar que Acqualuza não se resumia apenas a ferro, cobre e bronze. Existia um povo vivendo naquela região. Uma civilização. Pessoas que se instalaram naquele lugar por gerações, muito antes de descobrirem que a península, na verdade, era uma verdadeira "galinha dos ovos de ouro". Os Winchestter foram protagonistas de um governo totalmente corrupto, que durou dois anos. Exportaram minérios, espadas, lanças, escudos, armaduras e afins da mais alta qualidade para os quatro cantos da Europa e enriqueceram de uma maneira rápida e efetiva. Mas, em contrapartida, o povo de Acqualuza vivia na miséria, na pior crise socioeconômica de sua história. A verdade é que a família Winchestter, juntamente de Alice Azcabaz, visavam somente os seus interesses pessoais. Enquanto a fortuna pessoal dos Winchestter decolava, a Península de Acqualuza entrava em rota de colisão, mergulhada na pobreza extrema. Os cidadãos acqualuzenses viravam quarteirões e quarteirões em filas intermináveis para a distribuição gratuita de pães velhos e mofados, para que não simplesmente morressem de fome. E por mais que a educação, saúde, segurança e desenvolvimento social da região fossem precários, o povo parecia anestesiado. Como se estivesse tão fraco e oprimido que sequer conseguisse levantar a voz para questionar os seus governantes.
Era nítido que o governo acqualuzense era instável, o que chamou a atenção dos ingleses. Talvez a maior potência econômica e militar da Europa no momento, a Inglaterra, conduzida por seu renomado exército imperial e pelo jovem e controverso rei Sabino III, estudava maneiras de depor o governo dos Winchestter e tomar as ricas terras de Acqualuza para si - o que soava como justo para os ingleses, afinal, os atuais governantes do território acqualuzense eram dos seus. A carta na manga dos ingleses era o povo de Acqualuza e as condições desumanas nas quais estes viviam. A estratégia, inicialmente, era enviar soldados ingleses travestidos de cidadãos acqualuzenses para o território dominado pelos Winchestter e forçar uma revolta contra o governo vigente. Os forasteiros organizaram tumultos, passeatas e até fizeram ameaças aos nobres, em uma tentativa de fazer o próprio povo fazer o trabalho sujo de derrubar os monarcas do poder por eles, evitando um ataque direto e um consequente e nefasto atrito entre Inglaterra e Catalunha, com quem mantinham uma cordial relação diplomática. Os cidadãos da península até esboçaram uma reação com os primeiros protestos, mas logo adormeceram novamente. Vendo o comodismo que o governo imoral da família Winchestter instalou nas terras de Acqualuza, Sabino III optou por uma solução mais radical: a criação da CAJA.
A CAJA nada mais era do que uma organização secreta, patrocinada pelo governo da Inglaterra e composta por militares do mais alto escalão do Exército Nobre Inglês e por assassinos de aluguel de elite. O objetivo? A princípio era, durante uma noite, impedir que os postes de lamparinas a óleo vegetal fossem acesos na Península de Acqualuza. E assim, na escuridão total, um pelotão seria responsável por invadir, saquear e depredar o castelo dos Winchestter e outro grupo realizaria a maior chacina já vista na Europa Medieval: estes invadiriam casas de cidadãos comuns e matariam a sangue frio qualquer ser vivo que encontrassem pela frente. E, como cereja do bolo, deixariam os corpos ensanguentados expostos nas ruas de Acqualuza para que todos os sobreviventes se deparassem com a tragédia ao nascer do sol. Um mar de sangue inocente que os ingleses julgavam como necessário: com a carnificina, a Inglaterra esperava que o traumático choque de realidade mostrasse ao povo acqualuzense de uma vez por todas que os Winchestter eram incapazes de proteger, tanto os cidadãos, quanto a eles próprios, e enfim compreender todas as consequências da péssima administração dos nobres ingleses em suas terras. A matança tinha data e hora para acontecer: 10 de Novembro de 1415, a partir das 18h30.
E neste contexto, somos apresentados a Constantin Saravåj Mandragora - ou simplesmente Saravåj. Nascido na Iugoslávia, na região dos Bálcãs e a 1200 km de Londres, era filho de uma família de camponeses extremamente pobre e sem perspectiva nenhuma de ter uma qualidade de vida minimamente digna. Todavia, desde os primórdios de sua vida, era uma criança criativa, inteligente e escandalosamente diferente das demais. Assim como seus pais e toda a Europa Medieval, acompanhava pelos jornais o drama do povo de Acqualuza, que ganhou notoriedade internacional. Lendo jornais de origem britânica, Saravåj aprendeu o inglês por conta própria. E foi por intermédio desses folhetos estrangeiros que o menino ficou sabendo da existência de Dúbravska. Um sábio monge acqualuzense que se isolou da civilização em meados de 1360 e passou a viver sozinho em cordilheiras, em um estado infinito de meditação. Era considerado pelos cidadãos de Acqualuza como o mais próximo de Deus que tinha-se na Terra - havia quem dissesse que ele tinha contato direto com o Todo-Poderoso. Quando ficou nítido que não existia nenhum panorama de melhora para o povo acqualuzense da situação de calamidade em que se encontravam, os mais importantes homens da Península de Acqualuza começaram a procurar por Dúbravska, na esperança de que este tivesse a fórmula perfeita para contornar todo sofrimento de seu povo. Quando contatado por meros cidadãos comuns, o monge afirmou que a Península de Acqualuza tinha um período de guerras incessantes pela frente, onde a paz seria impossível e seus governantes seriam seus maiores inimigos. E profetizou que, após o período de trevas, somente uma criança de coração puro e livre de maldade seria capaz de liderar um reinando que enfim devolveria a paz para Acqualuza. Algumas horas mais tarde, no pôr-do-sol, Dúbravska entregou sua alma para Deus e realizou a sua assunção aos céus, e nunca mais foi avisado por ninguém. Quando terminou a sua leitura, Saravåj sentiu um arrepio que correu todo o seu corpo e não teve dúvidas: era ele próprio a criança da profecia.
Alguns anos mais tarde, inconformado com a sua situação e de sua família e revoltado com a forma com a qual os nobres engoliam as classes inferiores, Saravåj foi para a Inglaterra incentivado por sua mãe em busca de mais oportunidades assim que se tornou um homem adulto, em uma árdua caminhada, onde cruzou a Europa em 25 dias até chegar em Cherbourg-Octeville, na Gália, de onde seguiu de balsa para a Inglaterra. Na terra da rainha, pela primeira vez na vida a sorte sorriu para ele - e em dose dupla: o garoto de até então 18 anos entrou e cresceu rapidamente no exército inglês e também apaixonou-se reciprocamente por Camilly Shaw, sem um pingo de dúvidas, uma das mulheres mais atraentes de todo o Reino da Inglaterra: o seu cabelo lembrava os radiantes raios solares, de tão loiro. Também era dona de claros olhos azuis cor-de-mar. A garota era membro e a natural herdeira de uma respeitada família de militares de elite. Pela primeira - e única - vez, Saravåj descobriu o amor. Saravåj filiou-se como peão ao Exército Nobre Inglês em 1413 e à CAJA em 1415. Sua mãe, em uma das cartas que mandava da Iugoslávia semanalmente para Saravåj, foi totalmente contra a ideia de saber que o seu próprio filho derramou o sangue de pessoas inculpadas e encorajou Saravåj a trilhar os seus caminhos longe do militarismo. Sugeriu que mudasse o seu foco para ler livros e adquirir conhecimento, como era o sonho dela. Saravåj sabia que era utopia. Prometeu para sua progenitora que seria a primeira e última vez. O garoto iugoslavo, idealizando o seu futuro com Camilly acima de qualquer coisa, tinha medo da ameaça que os Winchestter poderiam vir a se tornar um dia, sem conhecer o maquiavélico plano do governo inglês de usar a tirania dos Winchestter como justificativa para aumentar as suas riquezas com as terras de Acqualuza.
No dia 10 de Novembro daquele mesmo ano, Saravåj invadiu de surpresa na calada da noite o imenso castelo da família Winchestter, junto de colegas de esquadrão e de assassinos profissionais em uma noite que deveria ser de comemoração para os monarcas, com as suas típicas e corriqueiras festas regadas à música clássica e todo tipo de bebida alcoólica. No saldo final, o garoto, que sempre se destacou com espadas em punhos, assassinou Diógenes Dionisi, o próprio patriarca da família Winchestter. Foram incontáveis as baixas de membros dos Winchestter naquela madrugada. Do outro lado da moeda, o morticínio foi um sucesso: o nascer do sol foi acompanhado pelo choro de homens e mulheres abraçados com os ensanguentados corpos sem vida de seus entes queridos. O vermelho-sangue banhava todas as ruas de Acqualuza, em um cenário tão surreal que sequer parecia realidade. Esta noite ficou marcada por toda eternidade na história como "O Domingo Sangrento".
Com a morte de diversos membros da família Winchestter e com a desestabilização total dos mesmos, o povo de Acqualuza, enfim, despertou. Passeatas violentas que levavam como slogan a frase "OS MONARCAS NÃO NOS AJUDAM!" eram diárias na Península de Acqualuza. Zoey Deschamps, a viúva de Diógenes Dionisi, assumiu o mandato de seu ex-marido juntamente de Alice Azcabaz, em uma diarquia frágil e que sofria forte desaprovação do povo, em um período de seis meses que ficou conhecido como "Caveirão". A gota d'água foi o suicídio da rainha Alice Azcabaz, a própria pioneira da tomada de Acqualuza, que se enforcou após não suportar a pressão e as ameaças que vinham de seus próprios compatriotas. Com a morte de Alice, Zoey abdicou do trono, fazendo com que a Península de Acqualuza caísse em anarquia total.
Sem o exercício nenhum tipo de governo nas desejadas terras acqualuzenses, a Inglaterra tinha o cenário perfeito bem à sua frente. Contudo, optou por agir com cautela. Sabino III, sabendo que o povo de Acqualuza ficaria acuado e com um pé atrás após a péssima experiência com um governo gringo - e inglês - em suas terras, enviou seus mais competentes diplomatas para a Península de Acqualuza, na intenção de negociar a almejada anexação das terras de ferro, cobre e bronze com os representantes do povo acqualuzense, em um consenso bilateral, que fosse benéfico para ambos os lados, e pouco a pouco, foi colocando os seus oficiais dentro de Acqualuza, na esperança de criar raízes inglesas na península. Na teoria, a Península de Acqualuza se tornaria parte e dependente do Reino da Inglaterra em troca de estabilidade governamental. O povo sabia que eles precisavam de um rei e que a anarquia só iria levá-los ao fundo do fundo do poço. Não haviam muitas saídas que não fosse aceitar o acordo proposto por Sabino III.
Entretanto, havia uma maçã podre neste cesto que atendia por nome e sobrenome: Matiza Perrier. Um prepotente e irreverente gênio nato, inglês descendente de iugoslavos, membro do Exército Nobre da Inglaterra e que participou do saqueamento do castelo da família Winchestter ao lado de Constantin Saravåj no 10 de Novembro. Porém, paralelamente aos seus serviços prestados ao Reino da Inglaterra, Matiza liderava uma organização de interesses sombrios conhecida como Pasárgada. Os pasargadanos tinham um objetivo em comum com os imperiais ingleses: tomar as ricas terras da Península de Acqualuza para si. Mas utilizavam meios diferentes - e mais inteligentes - para isto. A Pasárgada era o grande ventríloquo por trás de cada atitude do reino inglês. Era quem mexia as peças no tabuleiro: manipulou o governo da Inglaterra para que este manipulasse os cidadãos acqualuzenses para que estes derrubassem os Winchestter do poder. No fim das contas, quem se beneficiaria da ausência de um rei na península e sentaria no trono seria Matiza Perrier - e ele tinha meios indefectíveis para isto. Tanto que, subitamente, como um raio que cai sem nenhum aviso prévio, as negociações entre a Inglaterra e o povo de Acqualuza pararam. Quando os nobres, oficiais e diplomatas ingleses se deram conta e olharam para o alto, só puderam assistir estáticos e de camarote a coroação de Matiza Perrier como rei de Acqualuza, que a partir daquele momento passou a ser um reino independente dos catalães, nomeado de "Pasárgada". Zoey Deschamps - agora noiva de Matiza Perrier - arquitetou por trás das cortinas as condições necessárias para que a Pasárgada atravessasse as negociações entre a Inglaterra e o povo acqualuzense e tomasse a península para si. Os cidadãos acreditaram com toda inocência do mundo que um governo novo e, acima de tudo, não-inglês, era o ideal para eles naquele momento.
Quando a notícia de que uma desconhecida oposição havia vencido a disputa pelo trono chegou aos ouvidos de Sabino III, ele ordeu a retirada imediata de todas as suas tropas das terras de Acqualuza. Muitos conseguiram fugir para regiões vizinhas - entre estes, Constantin Såravaj - mas muitos mais jamais puderam voltar para suas casas. No dia 10 de Julho de 1416, a Pasárgada assumiu oficialmente a Península de Acqualuza e o agora rei Matiza fez o seu primeiro discurso ao seu povo. O comandante da Pasárgada proferiu palavras bonitas e se mostrou um defensor ferrenho dos direitos humanos e da inclusão social das classes menos favorecidas, ganhando como recompensa uma salva de palmas ensurdecedora do povo e a simpatia dos mesmos. Mas contradisse-se quando ordenou que seus oficiais, de modo acaçapado, executassem sem dó nem piedade todo homem que tivesse um brasão inglês no peito nos limites de seu território. Saravåj assistiu imóvel muitos companheiros sendo brutalmente esquartejados durante o tumulto, mas foi bem-sucedido em sua fuga. Se instalou, assim como a grande maioria dos ingleses sobreviventes, na pequena vila camponesa de Balistres, pertencente ao Reino da Gália (onde atualmente se localiza a França) e que fazia fronteira direta com a Península de Acqualuza.
Em Balistres, Constantin Saravåj enfim pôde encontrar-se com sua amada após sua fracassada e última missão militar. Após uma longa conversa, Camilly convenceu Saravåj a deixar o Exército Nobre da Inglaterra e se instalar na vila de terras férteis de Balistres juntamente a ela. Muitos ex-oficiais ingleses seguiram o mesmo caminho e colocaram o seu uniforme imperial na gaveta para se dedicar a uma vida pacata em Balistres. Entretanto, o nobre guerreiro iugoslavo ainda se preocupava muito com o que acontecia em Acqualuza. Em seus pensamentos, sentia muito pelo povo daquele lugar. A Pasárgada era uma ameaça muito maior do que os Winchestter. Tanto para a Europa Medieval quanto aos seus próprios cidadãos. Seria uma mentira dizer que a qualidade de vida do povo da península não melhorou muito com o governo da Pasárgada. Mas a corrupção continuava - a diferença é que, desta vez, acontecia de uma maneira inteligente. O grande coringa de Matiza Perrier era o próprio governo anterior à Pasárgada: os pasargadanos não erradicaram a corrupção. Apenas a diminuíram. Ainda assim, muitos recursos que deveriam ser destinados ao povo acqualuzense eram usados visando somente os interesses pessoais de Matiza Perrier e de seus aliados mais próximos. Em uma comparação inevitável com o governo descaradamente ilícito dos Winchestter, a impressão era a de que Matiza estava tirando leite de pedra e levantando a Península de Acqualuza da lama. A astuta ideia era, além de roubar, alienar o povo. Sem instrução econômica, os acqualuzenses idolatravam Matiza, que aumentava a sua popularidade com seus periódicos discursos infestados de falso moralismo. No balanço geral, uma minoria do povo enriqueceu e a grande maioria apenas se tornou menos pobre. Uma sociedade cada vez mais segregada entre ricos e plebeus. Tudo ocorria da forma mais perfeita possível para que Matiza Perrier enfim começasse a colocar as suas peças no campo adversário para dar início a um temível império pasargadano.
Saravåj, um dos pivôs da agora extinta CAJA, até queria fazer algo para que o povo de Acqualuza abrisse os seus olhos mais uma vez. Mas era totalmente desencorajado por Camilly. A garota queria que Saravåj se concentrasse na vida a dois. Camilly afirmou que para ela, pouco importava passar os seus próximos setenta anos como mera camponesa. Que não reclamaria se comesse cenoura, couve e batata todos os dias. A única coisa que realmente importava era estar ao lado de Saravåj. Juntos, vivos e seguros. Os seus futuros filhos poderiam viver uma infância alegre, brincando no campo e longe das guerras e de toda crueldade do mundo, realidade rara na Era das Trevas da Idade Medieval. A imagem de uma família perfeita e unida, mesmo que ainda somente na imaginação e muito longe de ser concretizada, era linda. Sendo assim, tanto Sabino III quanto Constantin Saravåj desistiram das terras da Península de Acqualuza, reconhecendo finalmente, que agora estas mesmas eram de domínio da Pasárgada. A paz reinou em Balistres durante alguns meses. Saravåj e Camilly residiram felizes naquela vila e fizeram inúmeros planos para os próximos anos. As colheitas foram um sucesso. A segurança, estruturada por antigos e competentes soldados do escalão de elite do exército da Inglaterra, era impecável. As crianças tinham acesso à educação de qualidade, tanto militar quanto acadêmica. Após muito esforço de seus residentes, Balistres via em seu horizonte uma década próspera e abundante.
Até que, durante um pôr-do-sol, a Pasárgada, faminta por ampliar os seus domínios, invadiu o vilarejo gaulês. Constantin Saravåj e seus companheiros bem que tentaram defender as suas terras com unhas e dentes, mas em vasta desvantagem numérica, foram facilmente reprimidos. Por mais uma vez, a Pasárgada patrocinou um massacre. Muitas pessoas, leigos e militares, foram mortas. A maioria delas, jovens que partiram deste plano sem concretizar os seus sonhos. Nesse ínterim do ataque do reino de Matiza Perrier ao vilarejo de Balistres, Camilly Shaw feriu-se com gravidade. Após ter uma lança atravessada em seu peito, a garota começou a perder muito sangue. Os remanescentes que restaram da investida pasargadana transcorreram para a metrópole de Nice, uma das maiores cidades da Gália e uma das pouquíssimas que contavam com assistência médica especializada. Novamente, a Pasárgada venceu e incorporou a terra de Balistres aos seus territórios.
Em Nice, Camilly foi uma das primeiras a receber atendimento dos paramédicos. Após uma rápida e sucinta análise, o iátrico afirmou a Saravåj que a hemorragia de sua dulcinéia era um quadro clínico irreversível para a medicina da época. Camilly Shaw deveria ter, na melhor das hipóteses, algumas horas de vida. E como se não bastasse, o médico ainda constatou que a garota estava grávida há algumas semanas e teria o infeliz destino cruel de falecer juntamente de seu bebê. Foram as palavras mais duras que já entraram pelos ouvidos de Saravåj. O garoto sentiu que estavam arrancando-lhe brutalmente a parte mais importante de sua essência. Camilly era motivo pelo qual Constantin Saravåj realizou atrocidades pela CAJA. Pelo qual desistiu da carreira militar. E, acima de qualquer outra coisa, a garota era o motivo pelo qual Saravåj estava disposto a matar e a morrer, se fosse necessário. Durante a caminhada até Nice, Camilly fez com que Saravåj prometesse que, independentemente do que viesse a acontecer dali em diante, ele não iria derramar uma lágrima sequer. Nem por ela, nem por ninguém. Mas o garoto iugoslavo foi incapaz de cumprir a sua promessa quando soube que iria perder a mulher da sua vida e seu primeiro filho de uma só vez. "Se Camilly morrer, por que ou por quem eu tanto matei?", pensava Saravåj, entre lágrimas e soluços. Matrimônio. Sonhos. Planos. Tudo virou pó de um instante para o outro. Em pouco tempo, o garoto estaria sozinho no mundo. Soava injusto, mas já não havia tempo para prantos. Durante a trágica notícia, inúmeros mensageiros da Gália chegaram aos berros em Nice, gritando pelas ruas de maneira histérica para quem quisesse ouvir que a Pasárgada estava invadindo a Gália de modo feroz. As tropas da grande metrópole gaulesa precisavam se organizar para um provável combate e os cidadãos daquela localidade eram jogados à deriva, sendo obrigados a se refugiar como pudessem.
Por mais uma vez, os sobreviventes do morticínio de Balistres teriam que fugir de seus algozes. Até a metade do caminho, Saravåj levou Camilly em seus braços, com a estúpida esperança de que Deus, se de fato se fizesse existente, oniconsciente, bondoso, justo e misericordioso, operasse um famigerado milagre. Até que, nos arredores de Paris, tornou-se inviável continuar carregando uma mulher que havia recebido uma sentença de morte. A consciência de Camilly estava por um fio. Os braços de Saravåj já há muito eram humanamente incapazes de continuar carregando um corpo tão pesado. Os retirantes precisavam se apressar, afinal, eles não sabiam o quão rapidamente a Pasárgada estava avançando. Não havia mais como adiar a despedida.
O garoto, afastando-se do grupo de Balistres, encostou Camilly em uma grande figueira. O casal, na escuridão da noite, era iluminado somente pela luz da lua cheia. A garota, em um último e doce ato, colocou nas mãos de Saravåj um colar dourado, que continha um pequeno pingente em formato de coração. E feito isso, fechou os olhos. Aos poucos, a sua respiração pesada cessou. E, por fim, o seu coração deu a sua última batida - um último "eu te amo" à Constantin Saravåj. Após a morte de Camilly Shaw, que sequer teve a oportunidade de ter um velório digno, os que restaram do vilarejo de Balistres continuaram a sua jornada durante toda madrugada. E só pararam quando alcançaram a cidade de Baden-Wüttenberg no nascer do sol, já no território da Germânia (nos dias de hoje, a Alemanha). Em solo germânico, todos os ex-soldados do Exército Nobre Inglês, entre eles, um abalado Constantin Saravåj, fizeram uma última continência à bandeira da Inglaterra, se despediram e trilharam seus respectivos caminhos.
"Olha bem, mulher. Eu vou te ser sincero. Eu sabia que ia dar errado. Esse mundo está corrompido e a felicidade aqui não passa de uma utopia. Nós vamos ficar longe um do outro por um tempo, mas ainda vamos nos reencontrar. Eu não posso te prometer, mas eu juro que anseio por isso do fundo da minha alma"
Após este calamitoso ocorrido, Saravåj nunca mais foi o mesmo. Tornou-se uma pessoa amargurada. Cheio de ódio no coração, admitiu para si mesmo que a criança da profecia não passava de um delírio. Também se convenceu de que todo o amor que ele podia dar em vida terrena, ou qualquer sentimento positivo que fosse, foram para o túmulo juntamente de Camilly Shaw. O garoto iugoslavo passou a dedicar a sua vida a tecer um planejamento suficientemente perfeito para derrubar a Pasárgada - e em especial, Matiza Perrier - já que estes haviam tirado tudo o que ele tinha de mais importante. Suas terras. Seu povo. Seu filho. O grande amor de sua vida. Dizimar a Pasárgada. Concretizar a sua vingança. É para isso que Saravåj passou a viver. Afinal, tudo o que era lindo. Tudo o que era bom. Tudo o que era perfeito. A Pasárgada destruiu.
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